just do it
just do it
just do it
just do it do it do it cause you want it
just do it do it do it cause you like it
do it do it do it cause you feel it
not because you saw it
you can do a song
cook your foodc
lean your house
you can use a thong
be so rude
kiss my mouth
you can pierce your nose
sew your clothes
dance alone
you can make some friends
form a band
or sing along
just do it cause you want it
not because you saw it
just do it cause you want it
not because you saw it, not because you saw it, yeah!
just change it change it change it cause you want it
just change it change it change it cause you like it
change it change it change it cause you feel it
not because you saw it
you can change your hair
change your house
change your life
you can change you sex
change your friends
change your wife
you can change your shoes
change your pants
change your style
you can change your face
change your boobs
change your smile
just change it cause you want it
not because you saw it
just change it cause you want it
not because you saw it, not because you saw it, yeah!
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Just do it - Copacabana Club
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sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Eu nunca tive
Quero voltar pra casa
A casa que nunca tive
E fumar na minha casa
A casa que nunca tive
Se eu olhar pra fora, verei meus vizinhos
Terei orgulho deles
Mas eles não existem
Eu verei a felicidade
Felicidade que eu nunca tive
Poderei tocá-la e vou me deliciar em seus braços
Braços que eu nunca tive
Não me preocuparei com o mundo
Será eu, na varanda
Eu, no sofá
Eu, no cinzero
Mas estão todos convidados
Pois o amor vai reinar
Vai reinar na casa
A casa que eu nunca tive
Seremos todos felizes
Seremos todos amantes
Seremos todos boêmios
Seremos todos
Todos
Os todos que não existem
Vamos nos embreagar
Vamos acordar os vizinhos
Vamos gritar e foder as 6 da manhã
Porque eu quero viver
A vida que eu nunca tive
Porque eu quero sentir
O mistério que eu nunca tive
Porque eu quero sorrir
O sorriso que eu nunca tive.
Postado por h.b às 18:24 0 comentários
domingo, 6 de dezembro de 2009
Eu venho aqui
Eu venho aqui, e escrevo mais um texto sobre você
Sobre como seu sorriso me faz falta
Sobre como o teu abraço me segura
Sobre como estar do teu lado me deixa com as pernas bambas
Eu venho aqui,
Na esperança vã de colocar no papel o meu sentimento
E tirá-lo de mim
Venho aqui pensando que colocar pra fora vai me ajudar
Mas não ajuda
Fico medindo as palavras pra que fique o mais fictício possível
O mais irreconhecível
Mas na verdade o que eu queria mesmo é colocar uma foto sua aí em cima
E escrever sobre as nossas noites
Mas não vai adiantar também,
Eu sei disso
Eu sei que a falta que você me faz não compreende a dor que eu te causei
E sei que a dor que está em mim agora te engrandece
Eu fumo um, dois, três cigarros
Faço um texto
Escuto uma música
E durmo
Pra no outro dia começar tudo de novo.
Postado por h.b às 19:15 0 comentários
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Por toda minha vida.
-Pronta?
Ela fez que sim com a cabeça e enfiou as mãos no casaco. Estava frio e ela viu a respiração sair num vento gélido.
Ele esperou até que ela fizesse sim com a cabeça e enfiasse as mãos no casaco.
Ele sorriu pra mim e fomos juntos em direção àquela coisa, que parecia uma cesta gigante.
Ela estava linda, como sempre. E o seu sorriso iluminou o caminho até o balão que nos esperava.
Eu a ajudei a entrar subir no balão, ela reclamou pois ja havia me dito que tinha medo de altura, mas na verdade ela tambem parecia nao se preocupar com nada senão nós dois, juntos.
Estava frio, mas víamos o sol ao longe. Mesmo aflita, ele me passava uma sensação de conforto e calma.
E de repente, depois de colocar vinho em nossas taças, o balão começou a subir e cortar aquele quase amanhecer.
Nós dois sorrimos, e eu me aconcheguei nos braços dele, tão quentes, tão meus.
Aquela pele fina e macia agora estava nos meu braços, eu sabia que ela estava sorrindo e eu também estava. Nada fazia mais sentido no mundo do que aquilo.
Eu fechei os olhos e percebi quer era aquilo. Podíamos passar a vida inteira assim, e eu não me importaria.
Nenhuma desconfiança existia ali, nenhum medo de perder o outro. Não havia como se perder, eu era dela, como aqueles olhos cor de folha, e ela era minha, como os meus músculos que a aconchegavam.
Eu me levantei.
- Vem ver, vem cá!
- O que foi?
- Não vou falar. Vem, sério!
- Tudo bem.
Ele se levantou, preguiçoso como sempre, mas percebi que quando olhou o que eu olhava, ele percebeu a mágica naquela vista.
- É lindo, né?
- Não.
- Não?
- É muito egoísta e injusto com você chamar algo no mundo de bonito, quando você existe. Não existe comparação, é como um pecado. A única coisa que abrange a beleza é você, só você, ninguém e nada mais.
Ela ficou quieta, sorrindo. E eu sorri de volta. Ela sabia que era verdade.
Eu o abracei. Forte, bem forte.
-Você é meu tudo. Por favor, eu não quero nada além de você, não me deixa.
- Nunca.
Eu coloquei seu rosto entre as minhas mãos, nós nos encaramos por um tempo, com o amor evaporando das nossas veias. E eu vi que era a hora
Ajoelhei e tirei do bolso uma caixinha, do modo antigo, do jeito que ela gosta, claro.
Lágrimas. Uma, duas, três...
- Você é tudo o que eu sempre quis, é tudo o que eu sempre sonhei, é o meu porto seguro, o meu sol e a minha lua. E eu te quero pra sempre. Minha. Casa comigo?
Eu fiquei muda. Não sabia se ria ou se chorava. Então eu me abaixei na altura dele.
Ele estava tenso. Mas continuava lindo. Eu o olhei bem nos olhos.
- Sim. Por toda a minha vida.
E eu era o homem mais feliz do mundo.
Heitor Bufarah e Mariana Filizola
Postado por h.b às 19:07 0 comentários
Nós somos o que somos, eu sou o que sou, você é o que é. Eu não devo te rotular e você não deve me rotular. Mas o maior dos nossos desafios é conseguir não rotular a nós mesmos. E isso é algo que me espanta em você, o quanto você tem facilidade em si rotular. Chega a ser infantil a idéia de que alguém acredite que consegue viver sem os sentimentos, é uma mentira que não convence nem a si próprio.
Você me cativou, e eu fico muito feliz com isso. Me ensinou –mesmo sem perceber- a não ter medo de mim. Me ensinou que coragem tem a ver com escolhas, e que escolher é fácil. Me ensinou que há um equilíbrio entre o sorriso e a lágrima e que estar sempre bem não necessariamente me deixa tedioso.
Você, com suas opiniões formadas, suas decisões tomadas e sua inteligência admirável. Você tem os seus defeitos, você erra, machuca alguns mas no final tudo acaba bem. É um enigma, um quebra cabeça onde ainda faltam muitas peças. Você vai deixar saudades, e vai se deixar aqui, um pedaço em cada um que foi cativado pela incrível pessoa que você é.
E você brilha, onde for, por onde passe. Sei que vai brilhar lá também, e espero que continue assim. Espero também que a convivência com novas –e diferentes- pessoas não te diminua, e que você ensine a muitos o que me ensinou. Tenho a plena noção de que provavelmente nunca mais irei te ver. Isso me dá uma sensação estranha, mas sei que você vai seguir caminhos muito mais desafiadores que esse, e fico tranqüilo, pois tenho certeza de que terás outros amigos pra te acompanhar.
Eu quero que você tome para si o que acabou por me ensinar, e assim nunca se esconda, tente se jogar mais para vida, sorrir mais quando tiver vontade.
E volte, assim que a saudade chamar.
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quarta-feira, 25 de novembro de 2009
E você me fumaria
Eu seria teu cigarro
E você me fumaria.
E então eu viraria fumaça
Leve, solta,
Formando os desenhos dos meus sonhos não realizados
E você os veria, e depois de segundos tudo estaria acabado.
Eu seria rápido, e você jogaria as minhas cinzas.
Sem olhá-las, eu prefiro.
Assim só teria acesso aos meus sonhos,
E não aos meus anseios.
A minha vida estaria completa
E você teria perdido somente o tempo de um cigarro.
Eu teria estado dentro de você,
Veja que maravilha.
Nos instantes de uma inspiração
E você me expiraria, contra a minha vontade
É a sua que vale, pena
É a sua que vale a pena.
Postado por h.b às 20:10 0 comentários
Flor branca
Eu quero a minha flor branca,
Brotando em minha cama todos os dias
E sorrindo.
Quero que ela me tenha sabendo disso
E que cante idiomas por mim nunca escutados.
Quero que ela me olhe
E que me deixe regá-la.
Prometo dar a minha vida para a minha flor
E fazê-la rir para alegrar a alma
Minha, e dela.
Ela que não é rosa,
Nem girassol.
Ela que não é rosa,
E nem vermelha.
Ela que é branca,
Mas não como os lírios.
Ela que é moça, mas não delicada.
Ela que é minha,
Mas não acorrentada.
Ela que é linda
E minha morada.
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sábado, 7 de novembro de 2009
Atras do amanhecer
Um amanhecer separa o real das fantasias que tanto sonho
E olhar-te assim, frio em uma tela,
Trás o desejo e a inquietude que minha alma tanto agoniza
E não ver-te de jeito algum
Trás o desespero que me afoga em jejum.
Ah, se eu pudesse ainda ter teus olhos
Como minha morada
Ah, se tua pele ainda fosse vívida
Em minhas mãos
E teu sorriso me iluminasse
Como o claro a escuridão.
Resta, a mim, olhar-te como e quando posso
E me contentar com porções digitadas de tua personalidade
Resta ouvir falar de teus feitos
Que sei que são, e serão grandes
Por mais simples ou breves que se apresentem.
Resta sorrir quando a felicidade for cantada
E chorar por tê-la abandonado
Em teus braços
Em teu colo
Teus abraços
Meu chão.
Postado por h.b às 20:27 1 comentários
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
diz com que pernas eu devo seguir..
Ah, se já perdemos a noção da hora
Se juntos já jogamos tudo fora
Me conta agora como hei de partir
Ah, se ao te conhecer
Dei pra sonhar, fiz tantos desvarios
Rompi com o mundo, queimei meus navios
Me diz pra onde é que inda posso ir
Se nós nas travessuras das noites eternas
Já confundimos tanto as nossas pernas
Diz com que pernas eu devo seguir
Se entornaste a nossa sorte pelo chão
Se na bagunça do teu coração
Meu sangue errou de veia e se perdeu
Como, se na desordem do armário embutido
Meu paletó enlaça o teu vestido
E o meu sapato inda pisa no teu
Como, se nos amamos feito dois pagãos
Teus seios ainda estão nas minhas mãos
Me explica com que cara eu vou sair
Não, acho que estás te fazendo de tonta
Te dei meus olhos pra tomares conta
Agora conta como hei de partir.
Eu te amo - Chico Buarque
Postado por h.b às 21:36 0 comentários
sábado, 24 de outubro de 2009
Quero.
Quero as crianças sorrindo, sempre.
Quero a vida se mostrando esforçada, e que ela nos dê exatamente o que nós precisamos.
Quero menos choros, menos tristeza, menos falsidade.
Quero os atores atuando, e os dançarinos dançando, e os pensadores pensando.
Quero o amor renascendo, e morrendo, e nascendo de novo.
Quero que todos que amam sejam amados, proporcionalmente a quantidade que amam.
Quero novas canções, que nos alegrem, nos dispam, e nos façam chorar.
Quero mais abertura pra mente, novas idéias girando aqui dentro.
Quero um mundo solidário, pacifico, feliz e sustentável.
Quero o pai chorando com o filho.
Quero o fim de todos os preconceitos.
Quero mais demonstrações de afeto, e menos corações devastados.
Quero mais tempo pra amar, e menos pra sofrer de amor.
Quero os sonhos se tornando realidade.
Quero os escoteiros batendo à porta.
Quero a transformação da banalidade.
Quero gritar e tomar banhos de chuva.
Quero a vida,
E quero vivê-la.
Postado por h.b às 23:50 0 comentários
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Ele abriu o laptop e clicou no Word. Uma manhã de domingo, o dia mais tedioso da semana. Eram aproximadamente seis da manhã e ele estava sentado na mesa do café da manhã. Vestia um pijama branco que sua cunhada havia lhe dado há uns 3 anos atrás em um amigo secreto. Ele olhava pra tela branca e não conseguia pensar em nada. ‘Nada? ‘Ele pensava. ‘Vendi quase um milhão de exemplares falando sobre uma menina e sua pedra dourada e agora não consigo pensar em nada?’. Realmente frustrante, porém ele sabia que uma hora ou outra a inspiração chegaria, sempre chegava. Resolveu ir dar uma olhada nos filhos, o quarto do Gustavo sempre o fazia sentir algo, talvez porque o lembrasse seu próprio quarto quando criança. Entrou e viu o filho dormindo, o travesseiro no chão, a cara amassada no colchão e todo descoberto. Cobriu o Gustavo e fechou a porta. Nada. Abriu a porta do quarto da filha, que já tinha 16 anos e provavelmente o xingaria se percebesse sua presença. Mas tinha alguma coisa errada, a Bianca não era tão gorda. Chegou mais perto. Era óbvio que a Bianca não tinha quatro pés também. Principalmente dois cheios de calos tipicamente obtidos em partidas de futebol.
Ele parou por um momento, pois não estava tendo a reação que esperava. Ele sabia que o seu bebê de 16 anos tinha transado com aquele menino, seja quem quer que ele fosse. Mas ele não queria expulsar o menino da casa, muito menos deixar a Bianca de castigo. É um processo natural, ele pensou. Ele próprio havia perdido a virgindade com 15 anos. Resolveu voltar pra sala, e o laptop estava lá, aberto na folha em branco do Word. Começou a sua história. ‘ E o pássaro voou...’ Não conseguia passar daí, mas era um começo.
Ele estava falando da filha, claro. A menininha voou e deu lugar pra mulher. Agora viriam filas e filas de namorados, ele com certeza não simpatizaria com a cara da maioria deles, mas aceitaria. De repente ele escuta o barulho da porta da sala e a Bianca aparece. Sozinha.
- Pai, você entrou no meu quarto?
- Não filha, porque?
- Ah... nada não. É que eu escutei o barulho da porta.
- Você deve é ter sonhado com isso. Ta na hora do café da manhã, melhor já acordar.
- Não não pai, não to com fome e provavelmente nem vou sair do meu quarto hoje. Prova de química amanhã. Tem uns lanchinhos que a mamãe deixou lá, eles vão forrar meu estômago. Vocês vão pra casa da tia Cida pro almoço hoje, né?
- Vamos sim.
- Ok então. Eu queria que, por favor, o senhor não fosse lá no quarto hoje. Eu realmente preciso estudar.
- Tudo bem filha, não a incomodarei. Bom estudo. Qual é a matéria mesmo?
- Química.
- Hm, e ele é bom em química?
- Ele quem?
- O moleque que ta dormindo com você.
-
-
- Pai...
- E eu realmente duvido que alguns sanduichinhos vão forrar o estomago dele, ninguém come tão pouco que nem você, muito menos um homem. E vai logo lavar esse rosto, porque se ele ver essa sua cara com certeza desapaixona.
- Pai... desculpa.
- Pelo que? Olha sua idade minha filha, se você acha que é a hora eu não posso discutir. E por mais careta que pareça, realmente não esquece da camisinha.
- Tudo bem...
- Ele é seu namorado?
- É sim pai, já tem um tempo...
- Então quando ele acordar traz ele pra tomar café da manhã com a gente. To imaginando a cara do Gustavo quando ver você com um menino.
- Nossa pai, eu pensei tanto em te contar. Se eu imaginasse que você teria essa reação já tinha contado faz tempo.
- Tudo bem filha.
Ela o encarou e sorriu. Ele sabia o que ela estava sentindo porque ele sentia o mesmo. Companheirismo. Ele sorriu. E toda a inspiração que ele precisava chegou. Ele apagou o que já havia escrito e começou ‘ E o pássaro pousou...’
Postado por h.b às 10:32 0 comentários
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Eu queria
Eu queria falar que estou cagando e andando pra você
Eu queria gritar pro mundo que não quero mais te ver
Eu queria te olhar, sorrir e te esquecer
Eu queria
Eu queria
Sentimento novo, mais um, pra entrar pra coleção
Você me mostrou um mundo de diferente percepção
Você, que eu ri, você, que eu neguei
Você que eu quero, você que eu larguei
Sai, sai daqui
Sai de dentro
Lá do fundo
Sai
Sai
Postado por h.b às 00:03 0 comentários
