Um amanhecer separa o real das fantasias que tanto sonho
E olhar-te assim, frio em uma tela,
Trás o desejo e a inquietude que minha alma tanto agoniza
E não ver-te de jeito algum
Trás o desespero que me afoga em jejum.
Ah, se eu pudesse ainda ter teus olhos
Como minha morada
Ah, se tua pele ainda fosse vívida
Em minhas mãos
E teu sorriso me iluminasse
Como o claro a escuridão.
Resta, a mim, olhar-te como e quando posso
E me contentar com porções digitadas de tua personalidade
Resta ouvir falar de teus feitos
Que sei que são, e serão grandes
Por mais simples ou breves que se apresentem.
Resta sorrir quando a felicidade for cantada
E chorar por tê-la abandonado
Em teus braços
Em teu colo
Teus abraços
Meu chão.
1 comentários:
Até com os erros de português foi um desabafo muito lindo de ler! Lindo, lindo...
A gente estuda colocação pronominal quando eu for aí :*
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