sábado, 7 de novembro de 2009

Atras do amanhecer

Um amanhecer separa o real das fantasias que tanto sonho

E olhar-te assim, frio em uma tela,

Trás o desejo e a inquietude que minha alma tanto agoniza

E não ver-te de jeito algum

Trás o desespero que me afoga em jejum.


Ah, se eu pudesse ainda ter teus olhos

Como minha morada

Ah, se tua pele ainda fosse vívida

Em minhas mãos

E teu sorriso me iluminasse

Como o claro a escuridão.


Resta, a mim, olhar-te como e quando posso

E me contentar com porções digitadas de tua personalidade

Resta ouvir falar de teus feitos

Que sei que são, e serão grandes

Por mais simples ou breves que se apresentem.


Resta sorrir quando a felicidade for cantada

E chorar por tê-la abandonado

Em teus braços

Em teu colo

Teus abraços

Meu chão.

1 comentários:

gabriela moraes disse...

Até com os erros de português foi um desabafo muito lindo de ler! Lindo, lindo...
A gente estuda colocação pronominal quando eu for aí :*