terça-feira, 6 de abril de 2010

Laila.


Laila, o meu sol
A que me traz uma pureza engraçada
A que ri com um sorriso grande
A que acredita em tudo

Eu poderia matar as pessoas que já a fizeram mal
Mas ela não seria mais feliz
Porque ela ama até os que a maltratam
‘Coitada da Laila’

Coitada nada, ela é um mulherão
Coitados são vocês que pensam que ela fraca
Chorou tanto que agora não pode mais chorar
Ela anda pra frente, cansou de olhar pra trás

Só é preciso estender a mão
Que você ganha o seu coração
Ela sonha com homens de toalha
Ela é essencial na vida de qualquer um

Ela é a Laila, a que pela lógica do nome devia ser a noite
Mas optou pelo dia
E agora anda por aí
Podando as flores dos jardins alheios
E plantando os frutos que irá colher

Ela não sabe, mas desafiou a genética
A Laila pulou a fase da lagarta
Ela nasceu borboleta.