
Laila, o meu sol
A que me traz uma pureza engraçada
A que ri com um sorriso grande
A que acredita em tudo
Eu poderia matar as pessoas que já a fizeram mal
Mas ela não seria mais feliz
Porque ela ama até os que a maltratam
‘Coitada da Laila’
Coitada nada, ela é um mulherão
Coitados são vocês que pensam que ela fraca
Chorou tanto que agora não pode mais chorar
Ela anda pra frente, cansou de olhar pra trás
Só é preciso estender a mão
Que você ganha o seu coração
Ela sonha com homens de toalha
Ela é essencial na vida de qualquer um
Ela é a Laila, a que pela lógica do nome devia ser a noite
Mas optou pelo dia
E agora anda por aí
Podando as flores dos jardins alheios
E plantando os frutos que irá colher
Ela não sabe, mas desafiou a genética
A Laila pulou a fase da lagarta
Ela nasceu borboleta.
terça-feira, 6 de abril de 2010
Laila.
Postado por h.b às 21:15
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1 comentários:
Que lindo, Heitor.
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