segunda-feira, 13 de abril de 2009

e as aparencias, enganam?

São quatro horas da manhã, e amanhã eu tenho aula, então eu deveria estar dormindo. Meus dedos estão congelando e meu nariz também, mas eu não conseguirei dormir sem desabafar um pouco.

Minhas muitas dúvidas voltaram, sobre os clichês e confusos sentimentos, voltei a tentar adivinhar o futuro e a esquecer o presente. Mas dessa vez o negócio é mais barra pesada, dessa vez envolve mais gente, gente que eu me importo muito mas que não parece se importar. Gente que se esconde na máscara de bom moço, como todos.

Gente que na verdade eu não conhecia mesmo com tantos anos de convívio, gente determinada, focada, e que sonha que eu quebre a cara. Na verdade eu não preciso disso, me preocupar, pra que? Auto suficiente, como sempre, não vou deixar nada mal entendido pra mim. Mas o que realmente me irrita nessa história toda são os outros, os outros que não tem a chance de ver as pessoas como elas são, e as defendem com unhas e dentes sem saber que dentro da carcaça durona, das piadinhas infames, do humor negro irritante, da falta de auto estima e do excesso de auto piedade(o famoso: eu só me ferro. Quem nunca ouviu?). Dentro de tudo isso mora alguém que poucos conseguem ver, alguém que se acha competente o bastante pra passar em cima dos outros, pra achar que eu sou cego, que pode me dar uma rasteira, e que faz coisinhas infantis para me afetar, pois sabe que me afeta.

Em fim, nem tudo é da maneira que a gente quer que seja, mas essa tal pessoa que já está mais do que explícita no texto, me conhece muito bem, e sabe que aqui ninguém pisa. Pois se eu posso me orgulhar de algo na minha vida, é da minha sinceridade e de como eu não preciso fazer/falar NADA escondido. Prova disso é esse texto.

Boa noite.

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