Alanna: Ai, já pensou a gente chega e estacionaram onde teu pai tava
Heitor: AAH, muito impossível, a essa hora...eu e o William até pensamos isso já.
(entrando no condomínio)
Heitor: CARALHO, não acredito.
Alanna: Puta que o pariu, agora fudeu.
Heitor: Meu Deus Alanna, tu sabes de quem é o carro?
Alanna: Heitor, o carro ainda tá quente, ele acabou de chegar.
Heitor: To fudido, to muito fudido.
A terceira da série Heitor by night.
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Postado por h.b às 01:08 2 comentários
Heitor: GEEENTE, olha essa puuta!
Alanna e William: HEITOOOOOOOOOOR, CARAAALHO!
(seis mãos no volante)
Heitor: AAAAI gente, descuulpa, to com remorso agora, só por causa de uma puta eu quase mato a gente. x.x
(risadas)
e a viajem continua.
A segunda da série Heitor by night.
Postado por h.b às 01:06 0 comentários
terça-feira, 28 de abril de 2009
heitorbufarah. diz:
tu queres lotar o carro william? ¬
william s. diz:
lóóóógico
heitorbufarah. diz:
a gente nao vai demorar pra fazer isso denovo, eu conheco voce e me conheco. Na proxima ela vai.
william s. diz:
e ainda quero colocar uma plaquinha: "lotação do heitor. clandestina, cuidado, bjs"
william s. diz:
JKADSJLKADSLJKADSLJKADS
william s. diz:
ook!
heitorbufarah. diz:
ASUHSUHAHUSAUHASUHSAUHSAUHSAUHSAUHSAUHSAUHSAHUSAUHSAUHAUSHHUASHUSAHUSA³
heitorbufarah. diz:
claaro, também devemos colocar em vermelho: p.s: policiais, vocês se ferraram, temos uma jovem maior de idade e com carteira apesar de nao ser ela dirigindo, bjs boboks.
william s. diz:
correção: bjssomosespertos.
william s. diz:
LKAJKLDSA
muito tempo sem postar, achei conveniente.
A primeira da série: Heitor by night.
Postado por h.b às 21:06 0 comentários
terça-feira, 14 de abril de 2009
Prova de redação.
Domesticada aos olhos da vida, de íngreme pensamento e sorriso intrigante, guiava seu olhar à esfera da alvorada do primeiro domingo de maio. Sentada, pensando no quão prazeroso era chegar ali depois de tanto tempo tentando, tentando se livrar da dor de uma vida mal vivida, dos passos não dados, e das grades que a prendiam ao passado condenante. Era ali, sentada em uma nuvem macia, contemplando o vôo dos pássaros que já não a podiam ver, olhando pra cada pena bicolor de perto, que ela encontrou as respostas para todos os porquês de sua existência. Seus cabelos, molhados, faziam cócegas em suas costas, agora nuas. Ela olhou pra frente, e um feixe de luz vermelho-amarelado encontrou seu olhar e a fez lembrar de sua primeira tentativa de sarar a dor, um caminhão, com farol alto e buzina perturbante, ela pensou que ali a dor ia passar, mas não, não foi. E ela pensou no quanto isso não a perturbava mais, no entanto algo a perturbava, ter deixado a sua única filha, originada de um estupro, a única razão que adiou aquele momento. Essa hora ela devia estar dormindo, tomada pela dor de ter perdido a mãe querida, problemática, mas querida. Uma lágrima caiu, mas seu sorriso logo voltou quando ela lembrou que não sentia mais a dor, que havia passado. E ela levantou para procurar uma toalha que a livraria do rastro do ultimo acontecimento de sua vida na terra, o afogamento, de uma pessoa que nunca havia aprendido a nadar.
Postado por h.b às 18:31 1 comentários
segunda-feira, 13 de abril de 2009
e as aparencias, enganam?
São quatro horas da manhã, e amanhã eu tenho aula, então eu deveria estar dormindo. Meus dedos estão congelando e meu nariz também, mas eu não conseguirei dormir sem desabafar um pouco.
Minhas muitas dúvidas voltaram, sobre os clichês e confusos sentimentos, voltei a tentar adivinhar o futuro e a esquecer o presente. Mas dessa vez o negócio é mais barra pesada, dessa vez envolve mais gente, gente que eu me importo muito mas que não parece se importar. Gente que se esconde na máscara de bom moço, como todos.
Gente que na verdade eu não conhecia mesmo com tantos anos de convívio, gente determinada, focada, e que sonha que eu quebre a cara. Na verdade eu não preciso disso, me preocupar, pra que? Auto suficiente, como sempre, não vou deixar nada mal entendido pra mim. Mas o que realmente me irrita nessa história toda são os outros, os outros que não tem a chance de ver as pessoas como elas são, e as defendem com unhas e dentes sem saber que dentro da carcaça durona, das piadinhas infames, do humor negro irritante, da falta de auto estima e do excesso de auto piedade(o famoso: eu só me ferro. Quem nunca ouviu?). Dentro de tudo isso mora alguém que poucos conseguem ver, alguém que se acha competente o bastante pra passar em cima dos outros, pra achar que eu sou cego, que pode me dar uma rasteira, e que faz coisinhas infantis para me afetar, pois sabe que me afeta.
Em fim, nem tudo é da maneira que a gente quer que seja, mas essa tal pessoa que já está mais do que explícita no texto, me conhece muito bem, e sabe que aqui ninguém pisa. Pois se eu posso me orgulhar de algo na minha vida, é da minha sinceridade e de como eu não preciso fazer/falar NADA escondido. Prova disso é esse texto.
Boa noite.
Postado por h.b às 01:19 0 comentários
sábado, 11 de abril de 2009
Oi, amor. Hoje eu realmente percebi que te amo, tanto que não dá pra explicar. Tanto que todas palavras que eu disser vão no mínimo soar clichês pelo fato de tantos já terem tentado explicar essa mesma coisa que eu to sentindo. Eu te amo, amor, porque você é a pessoal mais especial que eu já conheci, e porque quando eu olhei pra você, eu percebi que te queria pro resto da minha vida, pra ter filhos, pra estar ao meu lado até o dia que eu morrer. Eu te amo tanto, amor, que eu nem preciso saber como você é, a cor dos teus olhos, o teu perfume, o teu jeito de falar, nada disso importa porque eu já te amo. E eu já sinto saudades de você, de quando você não está por perto, de quando eu desejo ter alguém a quem beijar o nariz, alguém que me dê um sorriso sincero e que me ame não do jeito que eu mereço ser amado, mas do jeito que você precisa me amar. E eu te prometo ser fiel, amar-te e respeitar-te, por todos os dias da minha vida, até que a morte nos separe.
Beijos, amor, eu estou esperando por você.
Postado por h.b às 17:55 0 comentários
sábado, 4 de abril de 2009
Mensagem subliminar, haha.
Romantismo é uma questão de referencia,
As vezes me acho romântico, mas a maioria das vezes apenas sou eu mesmo,
Quando chega a hora eu prefiro seguir instintos,
Umas vezes acerto, outras erro, sem preocupação,
E quando olho pra traz posso ver que cresci autentico,
Lutando contra e a favor de tudo o que acreditei.
Pensando e pensando não chego a lugar algum,
Agora é só eu me entregar de vez, deixar o mundo girar,
Zen eu nunca fui, mas pelo menos não precisei fingir,
Um pouco de sossego, é o que eu sempre pedi,
Entre estresses e decepções, no teu mundo eu consegui sorrir,
Lá se vai o garotinho infeliz, preso nos problemas, sobrevivendo por um triz,
Lá vem o menino que cresceu, amadureceu e algo percebeu:
O importante é a felicidade, e com você eu posso ser eu.
Postado por h.b às 01:06 1 comentários