No final de tudo, sempre sobra o só. Na maioria das vezes ele se esconde atrás de pseudo-alegrias mas não dá pra fugir, talvez adiar mas nunca fugir. Sempre chega a hora que nem as próprias veias te compreendem mais, sempre chega a hora do final da peça, sempre chega a hora de pular. Me segura!
terça-feira, 24 de março de 2009
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