quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

O verdadeiro amor

O amor é mais do que o mundo diz, mais do que o mundo sente. O amor é puro, é sincero, é limpo... ele não é humano. Ele está acima do bem e do mal, do certo e o errado, do justo e do duvidoso. Ele está dentro da alma, dentro do sorriso, ele está em cada parte do ser, mas mesmo assim, nunca está completo. Ele está no barulho da água, no verde das árvores, na maciez das nuvens, mas mesmo assim, nunca está completo. Ele é bem maior do que as páginas do Vinícius ou a voz do Caetano, ele é algo que o mundo sempre tentou explicar e nunca conseguiu, porque o amor não tem explicação, não tem confusão. Ele sempre existiu e sempre vai existir em todos, até nos moribundos e os sem fé, ele nos persegue, nos levanta e comemora. O amor é tudo que não se diz, é tudo que a nossa alma canta, é tudo que o vento sopra. Ele não é injusto, ele não tem confusão, ele não te faz chorar, ele não te faz sofrer. Ele é mais do que uma palavra ou um sentimento, é muito egoísmo pensar que pode amar completamente, o amor nunca é completo, nem pra natureza e muito menos para a humanidade. O amor é maior do que a fé, do que Deus, do que todos os espíritos e todos os anjos, ele cria e transforma, ele preenche e devora.

O amor é inalcançável.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

O monólogo do palhaço.

E essa vida de palhaço, sem namoro e sem amasso, apenas com a pintura no rosto,fazendo da vida um grande almoço,
onde posso finalmente me iludir, rir e sentir, e passar o pó na cara, pra encarar o palco nesse verdadeiro Saara,
talvez a vida me dê forças, pra esse monólogo seguir, mas sem dúvidas quem me faz ser o que sou, e ir pra onde acho que devo ir,
é esse humilde narrador, vivendo essa vida de ator, em cada palco um amor, ou talvez até um terror,
mas que não se cansa de viver, de rir e de merecer, de se mostrar e se envolver, de arriscar e morrer,
e de se trocar, de analisar e monopolizar,
porque o orgulho é bem maior, maior e mais pesado, eu não me canso de ser mal-criado, de rir do errado, e sonhar acordado,
ser normal nunca foi um pecado, mas prefiro a vida de levado, pichando o muro e riscando o carro,
se algo eu escolhi, com certeza eu mereci, pois mais do que tudo eu vivi,
mesmo sendo nas costas do outro, fazendo do mundo o meu próprio jogo, e criando tudo do meu gosto,
o que não me domina é a tristeza, talvez seja pela minha frieza, mas o meu sobrenome é incerteza, pois dela nunca consigo me livrar,
o monólogo tá longe de acabar, mas sei que muita gente ainda vai estrelar,e eu tento só saborear, cada segundo, cada minuto, com ou sem amar, porque a cortina vai fechar, mas o espetáculo tem que continuar.

minha primeira tentativa de rima, espero que alguém goste, porque eu não gostei. Apesar que eu achei que ficou bem parecido com a minha vida.

Acenda uma vela.

Acenda uma vela pelo amor, e uma(bem maior) pela dor.

Acenda uma vela pelo bom, e uma(bem maior) pelo perdão.

Acenda uma vela pelas pessoas que sofrem, e uma(bem maior) por você.

Acenda uma vela por todos aqueles que estão enganados, e uma(bem maior) por mim.

Acenda uma vela pelo verde, pela ecologia, pelo politicamente correto, e uma(bem maior) pelo errado.

Agora apague as velas, e acenda apenas uma, bem grande, pelo nada, por ninguém.

Porque na verdade, isso não passa de uma mera ilusão. Da vida, do amor, do presente e do futuro. Então pegue todas as lembranças boas, desde o seu primeiro beijo, até a sua maior felicidade, o sorriso com os amigos, as conversas de verdade, o seu aprendizado. E agora pegue as ruins, toda a vez você chorou, e quando foi silenciado, quando se sentiu impotente, e sentiu que algo estava errado, quando você viu que o fio tinha se partido, quando você desejou que o mundo acabasse. E então pegue tudo isso, tudo de ruim de tudo de bom, e deixe pra queimar nessa vela, todos os bilhetinhos e todas as lágrimas. E só quando tudo isso estiver queimado, você poderá recomeçar.

Mas já que você é fraco demais pra isso, só acenda as suas velas, pois a esperança já se apagou.

Drama

Dramaticidade, o tema do meu próximo blog. Vou criar outro blog, um mais reservado, e sobre coisas mais interessantes(se eu souber escrever sobre elas). E definitivamente terá muuito drama, porque minha vida ta se resumindo a isso agora. Eu vou dar uma de dramático, tenho que. E pra começar eu quero falar sobre uma ex-amiga minha chamada Ana Paula Nunes que no caso não é mais minha amiga porque finge que eu não existo e fura comigo sabendo que eu preciso dela,e que eu to com saudade. E eu espero receber uma ótima desculpa, e que essa não inclua cicatrizes estilo Harry Potter, navalhas, cera e virilha. E nem sangue, por favor. Mas ok, um recado pra Ana: Ana, você é uma banana, e você não me ama, por isso eu vou fazer xixi na cama. (te passa que eu rimo)

Mas pois é, voltando ao assunto dramaticidade, minha vida está cercada disso, e agora eu tenho medo de postar as coisas e alguma(s) pessoa(s) achar(em) que é(são) pra ela(s). Sendo assim, quero deixar bem claro que o texto: Acenda uma vela foi escrito antes do término do meu namoro, e, como a maioria dos textos do meu blog, é apenas uma viagem. Mas deixando claro que não me responsabilizo pelos textos que vêm depois dele.

E Ana, eu conto com você pra me ajudar nesse e no próximo blog, mesmo você não sendo mais minha amiga.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Queria

Eu queria ser forte que nem a Maysa, e poder assumir a minha vida de cara, e não hesitar nem um instante de falar o que eu to sentido. Queria poder fazer o que me der na telha, vestir o que meu humor pedir, mesmo que acabe em blusas regatas e meias de cano longo. E sair com o ÚNICO intuito de me divertir com os meus amigos, e ignorando todos os que não interessam. Queria poder ter mais controle sobre tudo, desde mim até os outros. E também queria poder não sentir nenhuma vergonha em falar que tenho dias ruins, e que esses dias sempre acrescentam uns joguinhos de falsidade e umas idéias perversas. Mas que também tenho dias em que tudo é lindo, e que eu deveria compartilhar isso com o mundo.

Queria logo decidir a minha vida escolar, e me focar nos meus estudos. Ou me soltar de vez, deixar a vida me levar. Queria poder deixar de ser indeciso e fazer logo as minhas escolhas. Queria olhar pra cima e ver algo a mais do que o céu, ou assumir que eu só vejo o céu mesmo. Queria me aproximar e distanciar de quem eu quero, na hora que eu quero, sem essa dos outros acharem que tem alguma influência sobre mim.

Queria poder deixar bem claro pra qualquer um, que não importa o quanto você ache que eu me influencio por você, eu simplesmente na verdade, só levo em conta o que eu penso, e que na maioria das vezes não é o pensamento correto. E que não importa o quanto você ache que eu me importo, eu simplesmente não me importo.

E que ser o vilão da história nem sempre é tão ruim, mas que também é bom ver que faz alguma coisa correta. Queria guardar as pessoas importantes dentro de um potinho pra ter para sempre.

Mas como nem sempre querer é poder, vamos continuando com o que o meu preconceito e minha mentalidade me deixam ir.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Promessas para 2009

Eu prometo que daqui pra frente tudo o que eu fizer vai ser para o bem do próximo (p.s provavelmente se esse bem do próximo me beneficiar p.s2 salvo se eu não gostar desse próximo)

Eu prometo estudar mais, mesmo com todos os meus compromissos inadiáveis com o computador e a televisão.

Eu prometo terminar o ano sabendo mais coisas que me interessam do que as que precisam me interessar.

Eu prometo ser mais legal do que ano passado (p.s salvo se eu estiver num daqueles dias próprios para mandar as pessoas àquele lugar p.s2 salvo se eu quiser dar uma de malvado e virar um idiotinha esse ano, nunca se sabe)

Eu prometo conseguir um Ray Ban 2151, uma televisão para o meu quarto e uma máquina fotográfica semi-profissional. (p.s salvo se eu não conseguir arrancar o dinheiro disso dos meus pais e ter que escolher no máximo um dos três p.s2 salvo se eu tomar vergonha na minha cara e parar de explorar meus pais)

Eu prometo que, até o meio do ano, eu escolho entre ser o mocinho ou o vilão da história da minha vida.

Eu prometo que vou estudar o máximo que puder pra me dar bem no PSC (p.s salvo se estiverem passando programas REALMENTE irresistíveis na TV, ou que eu precise, mesmo não parecendo urgente pra maioria da população, fazer alguma coisa que será inadiável)

Eu prometo que farei todos os esforços ao meu alcance para me aproximar das minhas tricas (p.s Entendem-se por minhas tricas: Ana, Nath, Gabi, Rá e Bê)

Eu prometo que tentarei freqüentar o máximo possível as aulas de teatro, mesmo já estando sendo quase expulso dali a pontapés.

Eu prometo encher o saco de muuuita gente (essa é fácil de cumprir)

Eu prometo ler o máximo de livros que o meu cérebro (e a minha preguiça) permitirem.

E, principalmente, eu prometo que se alguma dessas promessas não for cumprida, eu não ficarei com peso na consciência por tê-las feito, já que estou prometendo não ficar.